O Brasil, conhecido como o país de dimensões continentais, também é o país que possui um dos maiores mercados gráficos do mundo. Sendo uma das populações com maior gosto para as campanhas visuais (destoando de nossos amigos europeus, que são mais aprazíveis pelos textos), era de se esperar que tivéssemos um dos mercados gráficos mais fortes.
Por possuirmos hoje muitos profissionais, inclusive liberais, vemos que nossa realidade de mercado tende inclusive a crescer ainda mais, recuperando os solavancos que sofrera em 2017 e 2018.
MAS, COMO É O MERCADO GRÁFICO BRASILEIRO EM CARACTERÍSTICAS?
“Exigente” pode resumir bem o mercado gráfico como um todo. Por ser um dos povos que mais consome conteúdo visual, a população brasileira exige e atende aos melhores chamados, o que significa uma forte competição no ramo, de forma constante.
Ou seja, inovação e sair do comum, são características essenciais para a sobrevivência de um negócio no cenário gráfico brasileiro.
Hoje, a maior parcela de empresas gráficas atua no setor de embalagens, ocupando pouco mais de 40% do recorte, seguido pelo setor de livros, que quase chega à marca de 30%, e sendo seguida logo após pelos outros campos, como o de formulários, cadernos, cartões, papéis promocionais, etiquetas e mais.

Ibema – Uma das maiores empresas do setor papeleiro no Brasil
Somos, no contexto global, os 12º no quesito maiores produtores gráficos. O primeiro colocado de todo o mundo são os Estados Unidos, seguidos logo após pelo Japão. Duas outras culturas fortemente atraídas pelas propagandas visuais, concorda?
Se o seu objetivo é entender ainda mais sobre o mercado gráfico, encontrou aqui em nosso site a fonte mais confiável e frequente que existe! Não deixe de visitar nossa página com frequência para se manter sempre atualizado de tudo que ocorre nesse recorte econômico tão importante ao nosso país.
Fonte: Eu Amo Papel



