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Corte de Bobinas gera Economia Real

A economia de papel não acontece apenas no momento da impressão. Ela começa muito antes, na forma como o material é preparado para entrar em produção. Nesse cenário, o corte de bobinas assume um papel estratégico, sendo responsável por reduzir desperdícios e otimizar o aproveitamento da matéria-prima de forma significativa.

Em muitos processos produtivos, o uso de formatos padrão acaba gerando perdas silenciosas. Sobras nas laterais, aparas desnecessárias e ajustes frequentes de máquina são exemplos comuns que, isoladamente, podem parecer pequenos, mas que, no volume total de produção, representam um impacto relevante no consumo de papel e nos custos operacionais.

Quando o papel é cortado sob medida, de acordo com a real necessidade do cliente ou do equipamento, o aproveitamento se torna muito mais eficiente. O material passa a ser utilizado de forma quase integral, reduzindo descartes e melhorando o desempenho da produção. Essa precisão no corte também contribui para maior estabilidade nas máquinas, menos paradas e maior fluidez no processo.

Além da economia direta, há ganhos indiretos importantes. A redução de desperdício impacta positivamente na gestão de resíduos, diminuindo custos com descarte e tornando a operação mais sustentável. Em um mercado cada vez mais atento à responsabilidade ambiental, esse tipo de prática deixa de ser diferencial e passa a ser essencial.

Outro ponto relevante é a flexibilidade. O corte de bobinas permite atender demandas específicas, formatos personalizados e diferentes tipos de aplicação, sem comprometer a eficiência. Isso amplia as possibilidades produtivas e oferece mais controle sobre o resultado final.

No fim das contas, o corte de bobinas vai muito além de um processo técnico. Ele representa uma escolha inteligente, capaz de transformar papel em economia, eficiência e estratégia dentro da cadeia produtiva.

Quando o Mundo vibra Junto, o Papel entra em Campo!

A Copa do Mundo é mais do que futebol. É emoção coletiva, identidade, torcida e comunicação em escala global. E, em todos esses momentos, o papel está presente de forma silenciosa, mas essencial.

Bandeiras, cartazes, embalagens temáticas, displays promocionais, materiais de ponto de venda, brindes e ações de marca ganham vida no papel. É ele que transforma ideias em algo palpável, que conecta marcas às pessoas em um momento de atenção máxima.

Em anos de Copa, empresas de todos os setores se movimentam para criar experiências memoráveis. O papel entra como protagonista por permitir personalização, agilidade, impacto visual e, principalmente, proximidade com o público. Diferente do digital, o impresso ocupa espaço, chama o olhar e fica na memória.

Além disso, a cadeia do papel evoluiu muito. Hoje é possível unir campanhas vibrantes com escolhas mais conscientes, usando papéis certificados, recicláveis e produzidos com responsabilidade ambiental.

A Copa passa rápido. Mas as boas ideias quando bem impressas permanecem.

WG CONECTA – Um Encontro que Marcou o Mercado Gráfico!

No dia 18 de novembro, a WG Papéis realizou a 1ª edição do WG Conecta, um evento exclusivo, pensado para reunir clientes estratégicos e formadores de opinião do nosso segmento.

O objetivo desta primeira edição era simples e transparente: entender, junto a quem vive o dia a dia do setor, se uma iniciativa como essa realmente era necessária para o mercado gráfico.

Além dos profissionais gráficos convidados, tivemos a honra de contar com a participação de importantes representantes da indústria, como Júlio Guimarães, diretor da Ibema, Ariel Baptista, gerente da RS Autoadesivos, e Flávio Botana, consultor gráfico com grande relevância nacional.

O encontro também contou com a apresentação do nosso diretor Marcio Burssed, reforçando a importância desse momento para a WG Papéis.

A resposta de todos foi unânime. As conversas, as trocas e o engajamento dos participantes confirmaram que o mercado precisava de um espaço como esse,um ambiente para discutir tendências, aproximar pessoas, compartilhar experiências e construir novas oportunidades em conjunto.

O resultado foi inspirador: conexões genuínas, insights valiosos e uma energia que reforçou que estamos no caminho certo.

Essa foi apenas a primeira etapa de um projeto que nasceu com propósito e já mostrou sua força.

A WG Papéis já está trabalhando na 2ª edição do WG Conecta, trazendo mais conteúdo, interação e novas possibilidades para toda a comunidade gráfica.

Agradecemos por fazer parte da nossa trajetória. Em breve, você saberá mais sobre os próximos passos desse encontro que veio para ficar.

Agora, confira abaixo alguns momentos que registramos desse evento incrível:

O Papel já foi usado como Dinheiro, Arte e até Símbolo de Status

O papel faz parte da nossa vida de tantas formas que às vezes a gente esquece o quanto ele tem história. E que história! Em séculos passados, o papel não era algo simples, muito menos acessível. Era símbolo de riqueza, poder e até espiritualidade.

Na China antiga, ainda no século II, o papel começou a ser produzido a partir de fibras de bambu e restos de tecidos. Por lá, era usado para tudo: da escrita à embalagem de remédios. Já no Egito, usava-se o papiro, um antecessor do papel moderno. Curiosamente, foi apenas na Idade Média que ele chegou com mais força à Europa, onde, por muito tempo, apenas nobres e religiosos tinham acesso.

Durante muito tempo, o papel era tratado como um verdadeiro tesouro. Já pensou usar papel como dinheiro? Isso aconteceu! O papel-moeda surgiu na China, no século VII, e revolucionou o comércio. Com o passar dos anos, ele também virou suporte para grandes obras de arte, como gravuras, pinturas e mapas.

E tem mais: na Europa do século XVIII, possuir papel branco (sem marcas ou reaproveitamento) era um sinal de status. Era um produto caro, quase de luxo. Hoje, ele está em todo lugar, do bilhete carinhoso ao manual técnico, da embalagem sofisticada ao rascunho de ideias.

Essa transformação mostra como o papel se adaptou aos tempos e continuou sendo essencial. Ele carrega história, mas também inovação. É símbolo de comunicação, criação, registro e até resistência, mesmo em tempos digitais.

Viu só como o papel vai muito além do que parece? Que essa curiosidade inspire você a olhar com mais carinho para esse material tão presente na nossa vida. Até a próxima história do papel!